Meu muito obrigado à Pastoral Carcerária, que realiza um trabalho maravilhoso com estas mulheres que muitas vezes não têm ninguém para visitá-las, à juiza Dra. Kenarik e a minha parceira Camila (nome fictício), que me contou seus dramas e medos na época em que ficou presa com sua mãe.
Espero que gostem. Deixem suas críticas e comentários.
Clique na imagem abaixo e leia a matéria no site da Revista Fórum.

Infelizmente essa é a realidade dos presídios brasileiros. O complicado é que só se fala de presos homens. A realidade das mulheres encarceradas pouco se discute.
ResponderExcluirParabéns pela matéria, pela denuncia e pela abordagem.
Crônica Mendes
"A Família"
Nina, tentei comentar pelo site da revista, mas não consegui, então, vamos por aqui mesmo.
ResponderExcluirAdorei o texto e a matéria. As fontes e personagens foram bem trabalhados e a reportagem foi redigida com muita coragem. Quando comecei a ler, lembrei das músicas da Dina Di que versam sobre o assunto e quando cheguei no intertítulo "Confidências de uma ex-presidiária" isso ficou evidente.
No mais, é muito importante aproximar o público que vive do lado de fora da muralha para o público que vive do lado de dentro.
Gostei bastante, viu ! Parabéns.
Beijão
Nins,
ResponderExcluirMuito bom.
Vc é o que vc faz, por isso vc ótima.
Cuide-se. Qualquer hora a gente se vê rs.
Da compa que sempre te admirou,
Um grande beijo,
Jaque ;)
Muito se fala das conquistas das mulheres, e quando eu leio uma reportagem com esta, clara e precisa, minha certeza de que muito ainda temos que conquistar só se confirma.
ResponderExcluirBelo trabalho.
Beijin!
Ah, o cabeçalho da página está lindo.Parabéns ao nosso querido artísta.
ResponderExcluirNina
ResponderExcluirParabéns pela matéria, que além de abordar a real situação, prova que não existe nenhuma ressocialização em nenhum sistema prisional.
E quando egresso a esse sistema, o que sobra são péssimas experiências de que acabam por transformá-las em pessoas mais fortes, contando com a realidade que vivem.
O que fazer para mudar a estatística? O que fazer para acabar com a falência familiar, umas das principais causas da criminalidade?
Informação...fez muito bem!!!!
Viviane