segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Um mais um é sempre mais que dois

Anda!
Quero te dizer nenhum segredo
Falo nesse chão, da nossa casa
Bem que tá na hora de arrumar...

Tempo!
Quero viver mais duzentos anos
Quero não ferir meu semelhante
Nem por isso quero me ferir

Vamos precisar de todo mundo
Prá banir do mundo a opressão
Para construir a vida nova
Vamos precisar de muito amor
A felicidade mora ao lado
E quem não é tolo pode ver...

A paz na Terra, amor
O pé na terra
A paz na Terra, amor
O sal da...

Terra!
És o mais bonito dos planetas
Tão te maltratando por dinheiro
Tu que és a nave nossa irmã

Canta!
Leva tua vida em harmonia
E nos alimenta com seus frutos
Tu que és do homem, a maçã...

Vamos precisar de todo mundo
Um mais um é sempre mais que dois
Prá melhor juntar as nossas forças
É só repartir melhor o pão
Recriar o paraíso agora
Para merecer quem vem depois...

Deixa nascer, o amor
Deixa fluir, o amor
Deixa crescer, o amor
Deixa viver, o amor
O sal da terra

Beto Guedes

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Dexter. Convocação geral p/ o Projeto Origens



Projeto Origens apresenta. DEXTER - ao vivo.

Quando: 16.02.11
Que horas: A partir das 23h30
Onde: VEGAS CLUB
Rua Augusta , 765.

Mais info - www.projetoorigens.blogspot.com
Sua presença FORTALECE!

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Zona Crítica - O Filme

O filme foi elaborado por Nina Fideles, João Campos e W.Jesus, a partir do curso de Teorias Sociais e produção do Conhecimento realizado em parceria entre a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Para realizar este trabalho, que teve como objeto o mundo urbano, os autores do filme optaram por levantar questões entre o grupo e testar maneiras de socializar-las, num processo de reflexão sobre a forma de produção e socializão do conhecimento que são imposto pelas instituições acadêmicas. Os integrantes participaram igualmente do processo, sem que fosse necessária a coordenação geral de um dos participantes ou a divisão entre quem pensa e quem faz.

Este é o primeiro em uma série de quatro capítulos. Assista e deixe seu comentário. Obrigada!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Hip Hop - Dentro do Movimento. por Alessandro Buzo

O escritor Alessandro Buzo acaba de lançar o livro "Hip Hop - Dentro do Movimento", que reúne várias entrevistas. Tenho o prazer e a satisfação em fazer parte deste livro, desta história.

Parabéns Buzo, parabéns geral. Mais uma página escrita por nós mesmos.
https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjM9DaHAF_edp-HY4qN4rLxtOc3q3dCph5ps-NNHvp9SJIZKF1iGhK1D5SbjpRJHuxfMtpCSXkyi0m_aw9IbSZ4ppg84d_XC1R6wSECa_F3GWnrK5evRPu7LAkZHsNSWxXynN7iHc1Are_2/s1600/DSC04570.JPG
Alessandro Buzo e eu

Obs:
Novo livro de Alessandro Buzo: Hip Hop - Dentro do Movimento
R$ 30,00 (frete gratís)
Depositar no Banco Itaú Ag 0003 C/C 33369-7 em nome de Suburbano Convicto Com. de Livros Ltda
Avisa (dia e valor) por email >>> suburbanoconvicto@hotmail.com
* Confirmando o pedido e endereço de envio

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

São Paulo por metro quadrado

Cerca de 20% do território urbano paulistano está ocupado por favelas, e em alguns municípios da sua região metropolitana, como Franco da Rocha, Cajamar, Perus e tantos outros, a porcentagem chega a 80%. Mas o que define a disputa do espaço urbano e o que determina o preço da terra na cidade? Essa terra não é somente o espaço em si, mas envolve uma série de fatores que agregam valor. Transporte, comércio, acessibilidade ao emprego, infraestrutura, e até mesmo a estética. Em São Paulo, por exemplo, o metro quadrado em uma região como a do Morumbi valia US$ 1.500 antes da construção cartão-postal da Ponte Estaiada. Há 30 anos, o mesmo quadrado valia US$ 100, e hoje custa US$ 4.000, segundo estudos da urbanista Mariana Fix. Esta supervalorização surge a cada obra, a cada nova ponte, estação de metrô, e acontece em muitas áreas que há 30 anos não tinham valor imobiliário algum.

Clique na imagem e confira a matéria na íntegra
por Nina Fideles
para Revista Fórum

sábado, 15 de janeiro de 2011

A vida na cidade grande - Will Eisner

Não há muito tempo, em 2007, foi a primeira vez na história em que a população urbana ultrapassou a população rural. E a maior parte destas pessoas que vivem nas cidades grandes moram nas periferias. São Paulo, Cidade do México, Tokyo, Mumbai, Nova Iorque... São umas das cidades mais populosas do mundo. É bom lembrar também que no chamado primeiro mundo também existem periferias. Periferia é Periferia em qualquer lugar (GOG). As histórias das cidades grandes são muito semelhantes.

Depois de namorar muito um livro de quadrinhos, acabei adquirindo-o numa promoção. Nova York, a vida na cidade grande é um compilado de pequenas esquetes sobre a vida na grande cidade. Will Eisner, o autor, construiu uma série de vinhetas em torno de nove grandes temas, que, no seu ponto de vista, são o retrato de uma grande cidade... qualquer cidade. Segundo ele, "vistas de longe, as grandes cidades são um acúmulo de grandes edifícios, grandes populações e grandes áreas. Para mim, isto não é o real. O real é a cidade tal como ela é vista por seus habitantes. O verdadeiro retrato está nas frestas do chão e em torno dos menores pedaços da arquitetura, onde se faz a vida no dia a dia".

Deixo aqui duas destas vinhetas do grande tema PAREDES. Eu escaneei, mas não ficaram tão boas. Ao longo da minha leitura vou deixando outras por aqui...

PAREDES
Será que existe uma cidade sem paredes para abrigar a sua alma, ou abafar seus gritos e coreografar a dança da vida? Se as paredes existem para proteger e excluir, elas também não contém e aprisionam? Serviriam elas, então, para amar ou odiar? Afinal, as paredes não são feitas pela natureza...