segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

A poesia dos campos de várzea - para revista Caros Amigos

Projeto da Cooperifa integra os times e os esportistas com as atividades literárias e artísticas dos saraus comunitários da periferia.

Por Nina Fideles

Poesia e futebol. Em um primeiro momento, alguns podem até pensar que são duas coisas bem distantes. Mas elas sempre andaram juntas. Pelo menos na periferia, onde a cultura do futebol de várzea é movida pela paixão e pertencimento à 'quebrada'. E agora, da forma que propõe a Cooperifa, movimento cultural da periferia paulistana, a literatura promete ocupar os campos com o Projeto Várzea Poética.

Idealizado pelo poeta Sérgio Vaz, o projeto é uma iniciativa inédita que se preocupa em expandir a poesia que já existe nas jogadas e no dia a dia da várzea, para a vida diária e para as famílias daqueles que vivem os times. E, além disso, fazer com que as pessoas que frequentam a Cooperifa possam presenciar ainda mais a comunidade, indo aos jogos e trocando experiências.

A ideia inicial é presentear os times com jogo de camisas e levar a diretoria, os jogadores, suas esposas, filhos e amigos, para os saraus realizados toda quarta-feira no Bar do Zé Batidão. Mas não só isso. Em cada momento de entrega de camisas, os times levam também livros para casa. Três times já foram contemplados
e outros três estão por vir. Além da Cooperifa, o Itaú Cultural e a Global Editora somaram à proposta.

Leia a reportagem completa na edição 190 da revista Caros Amigos, nas bancas ou loja virtual

sábado, 21 de julho de 2012

Meus pensamentos

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Meus pensamentos não têm dono. Nem eu mesmo os domino. Mas ao mesmo tempo as consequências vêm direto em mim. Que seja. Quanta coisa a gente já não aguentou, ou acabou colhendo que fosse plantio dos outros. De ruim, óbvio. Se fosse bom não respingava. Mesquinho não deixa passar.
Meus pensamentos têm vida própria. Mas se guiam por meio do meu coração e alma. Que também não consigo dominar completamente. São eles que mandam. Eu respeito o meu sexto sentido, mas este, o pensamento não consegue entender. E as consequências...
Ninguém escolhe sofrer, mas nunca deixa de amar para evitá-lo. Ou pelo menos não deveria. E assim funcionam os meus pensamentos. Seria melhor se eu os entendesse mais vezes, mas o mundo é bem maior que nosso ego. Difícil enxergar por detrás da parede.

Nina Fideles

segunda-feira, 14 de maio de 2012

De Febem a Fundação Casa

Por Nina Fideles para a Revista FóruM

Quem nunca ouviu falar na Febem? Dentro e fora do estado de São Paulo, a Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor ficou conhecida pelas fugas, rebeliões, denúncias de maus-tratos aos adolescentes, tortura e superlotação. Estava óbvio, e público, o fracasso do projeto. Apenas em 2003, foram registradas 80 rebeliões. Em 2005, foram 53, sendo que 18 delas no Tatuapé, o maior complexo na época, que chegou a abrigar 1,8 mil adolescentes, cerca de 20% dos jovens então detidos no estado.

oBS: Clique na imagem e leia a matéria na íntegra.